Felicidade fabricada
Para mim a felicidade é uma imagem que guardo religiosamente na minha mente, na minha memória, no meu mais intimo desejo.
A minha felicidade é um raio de sol quente e delicioso que se abate lá do alto.
À medida que a imagem se aproxima, o raio incide sobre a casa amarela das portadas verdes! A linda casa amarela das portadas verdes...
À volta da casa a esconder as palmeiras ainda pequenas de recém plantadas, encontra-se a sebe de madeira quadricular, que separa a minha felicidade da vossa.
A casa amarela tem um alpendre na entrada, com telhado de madeira e um banco de baloiço pendurado.
O caminho até ao alpendre é pelas pedras que desenham os passos pela relva verde e fofa daquela a que não se consegue resistir...
Quando me sento no banco do alpendre a noite, envolvida na manta quentinha e com a caneca do chocolate na mão, deixo acesa a iluminação do jardim...
Ténue torna a paisagem da minha felicidade ainda mais bonita...
À esquerda está o tapete de puzzle das cores do arco íris, onde de dia brincarão os nossos filhos...
Há brinquedos espalhados e uma bicicleta encostado ao muro, que um deles estafado deixou por arrumar... A minha direita está a casa do nosso fiel amigo que dormita em frente à lareira...
E eu estou ali sentada, a pensar no dia que passou, nos dias que virão...
Grata por estar em paz e feliz, por ter cumprido com a minha função no mundo, a de amar e ser amada, a de sorrir até doerem os maxilares...
A de Amar os meus como se não existisse um amanhã..
E deixo-me ficar, a balançar no banco, a inalar a maresia do Tejo, fico ali a dormitar...
Não quero acordar deste sonho...
A minha felicidade é um raio de sol quente e delicioso que se abate lá do alto.
À medida que a imagem se aproxima, o raio incide sobre a casa amarela das portadas verdes! A linda casa amarela das portadas verdes...
À volta da casa a esconder as palmeiras ainda pequenas de recém plantadas, encontra-se a sebe de madeira quadricular, que separa a minha felicidade da vossa.
A casa amarela tem um alpendre na entrada, com telhado de madeira e um banco de baloiço pendurado.
O caminho até ao alpendre é pelas pedras que desenham os passos pela relva verde e fofa daquela a que não se consegue resistir...
Quando me sento no banco do alpendre a noite, envolvida na manta quentinha e com a caneca do chocolate na mão, deixo acesa a iluminação do jardim...
Ténue torna a paisagem da minha felicidade ainda mais bonita...
À esquerda está o tapete de puzzle das cores do arco íris, onde de dia brincarão os nossos filhos...
Há brinquedos espalhados e uma bicicleta encostado ao muro, que um deles estafado deixou por arrumar... A minha direita está a casa do nosso fiel amigo que dormita em frente à lareira...
E eu estou ali sentada, a pensar no dia que passou, nos dias que virão...
Grata por estar em paz e feliz, por ter cumprido com a minha função no mundo, a de amar e ser amada, a de sorrir até doerem os maxilares...
A de Amar os meus como se não existisse um amanhã..
E deixo-me ficar, a balançar no banco, a inalar a maresia do Tejo, fico ali a dormitar...
Não quero acordar deste sonho...
Comentários
" a esperança é um empréstimo da felicidade ".
Um beijo da flor