A pele que há em mim
Este tema é provavelmente das coisas mais maravilhosas que já ouvi...
Ouço em repeat, as palavras vão entrando em mim, vão percorrendo as minhas emoções e transportam-me para lugares da minha vida, nada comuns.
Lugares onde já vivi, onde estive e fui rainha. Onde estive e fui feliz.
E ouço e volto a ouvir. Até a vertigem da voz, quando enfim se cala. Saboreia.
Fecha os olhos, deixa-te levar, embala-te.
Despe-te. Ouve. Descobre-te.
"Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me mar, o meu rio, minha calçada
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa
Não mora mais em mim
Já passou
Desgastei para lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Para voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber
Dá-me mar, o meu rio, a minha estrada
O meu barco vazio na madrugada
Vou deixar te no frio da tua fala
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala"
Márcia com JP Simões
Ouço em repeat, as palavras vão entrando em mim, vão percorrendo as minhas emoções e transportam-me para lugares da minha vida, nada comuns.
Lugares onde já vivi, onde estive e fui rainha. Onde estive e fui feliz.
E ouço e volto a ouvir. Até a vertigem da voz, quando enfim se cala. Saboreia.
Fecha os olhos, deixa-te levar, embala-te.
Despe-te. Ouve. Descobre-te.
"Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me mar, o meu rio, minha calçada
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa
Não mora mais em mim
Já passou
Desgastei para lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Para voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber
Dá-me mar, o meu rio, a minha estrada
O meu barco vazio na madrugada
Vou deixar te no frio da tua fala
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala"
Márcia com JP Simões
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