Denial
Durante quanto tempo nos poderemos permitir estar em negação quando alguma coisa está a acontecer? Durante quando tempo fará sentido renunciar ao aviso evidente e constante de que existe uma necessidade de analisar? Sofremos constantemente por antecipação, por qualquer coisa que pode vir a ser uma outra, que por vezes nunca foi, nem nunca será. Mas temos a ligeira sensação de que tudo pode mudar se cedermos a esse pensamento que vive ali num cantinho com pouca sonoridade.
Aqui dividimo-nos em dois grupos distintos de pessoas. Aqueles que abrem as portas a esse pensamento, que o ouvem, que o repetem e que fazem dele a sua doutrina.
Estes são aqueles que denomino como os que nunca brincam com medo de esfolarem os joelhos.
E existe um outro tipo de pessoas, as pessoas que abafam esse pensamento, que aumentam o som do rádio para não o ouvirem e saem de carro sem destino certo, com um unico propósito, o de viver, willing to take the risk...
Existe o 8 ou o 80, e é certo que existirá um número elevado de pessoas que vivem no morno, nos 20, nos 30 ou nos 50, uns que têm menos medo de arriscar do que outros, mas que na sua maioria nunca chegam a fazê-lo. Uns que se entregam à negação durante mais tempo que outros. Mas a determinada altura todos, sem excepção, somos obrigados a parar. Seja por estar uma árvore caida no meio da estrada ou porque simplesmente o combustivel que se gasta na embriaguez da "inocência", ou da "ilusão" termina...
Aqui dividimo-nos em dois grupos distintos de pessoas. Aqueles que abrem as portas a esse pensamento, que o ouvem, que o repetem e que fazem dele a sua doutrina.
Estes são aqueles que denomino como os que nunca brincam com medo de esfolarem os joelhos.
E existe um outro tipo de pessoas, as pessoas que abafam esse pensamento, que aumentam o som do rádio para não o ouvirem e saem de carro sem destino certo, com um unico propósito, o de viver, willing to take the risk...
Existe o 8 ou o 80, e é certo que existirá um número elevado de pessoas que vivem no morno, nos 20, nos 30 ou nos 50, uns que têm menos medo de arriscar do que outros, mas que na sua maioria nunca chegam a fazê-lo. Uns que se entregam à negação durante mais tempo que outros. Mas a determinada altura todos, sem excepção, somos obrigados a parar. Seja por estar uma árvore caida no meio da estrada ou porque simplesmente o combustivel que se gasta na embriaguez da "inocência", ou da "ilusão" termina...
O problema de correr riscos é que nos magoamos. Sempre. Por melhor que corra toda e qualquer experiência nunca nos chega. Queremos sempre mais, melhor, ou simplesmente diferente. E na próxima viagem voltaremos a cometer os mesmos erros (se assim lhes pudemos chamar). A seguir por essa estrada fora sem limites... A negar a necessidade de parar, reflectir, e decidir... Até uma tempestade de emoções nos parar, nos virar as entranhas e nos obrigar a pensar, no antes, no agora e no depois. Até sermos obrigados a decidir o que queremos, o que desejamos, e se é para já ou para sempre.
Quando todos sabemos que nada é para sempre...
E depois acusam-nos de negação?
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