Vícios...
Sentada numa varanda em Cabanas.
O dia é 30 de Agosto e decidi deixar de fumar.
À noite é de lua cheia.
Estou faz perto de uma hora com o último cigarro na mão. À espera do momento certo para me despedir.
As férias acabam. O levante entrou e a noite é quente. Depois de tanto tempo ainda choro por ti. Por mim. Pela ausência de nós.
Sei que o tempo é de mudança e procuro-te uma vez mais na lua cheia. Está vazia de ti.
Quero fumar este último cigarro e acabar com os vícios que me fazem mal. Ele e tu.
As saudades que sinto já sem saber bem de quê são uma droga.
A tua ausência faz de mim uma viciada sem entusiasmo por nada e por ninguém.
Hoje era o dia. Em que te apagava a memória com outro toque, com outro corpo. Com outra respiração.
Mas não me sinto preparada. Não quero que ninguém me roube o beijo que guardei para ti.
Vou fumar este último cigarro, e nesta noite de final das férias de verão vou prometer a mim mesma que não volto a fumar. Nem disto, nem de ti. São vícios que me vão matando, lentamente, enquanto julgo, ingenuamente, ter prazer.
Vou empreender todo o meu esforço para me libertar do vício. Não será de hoje para amanhã.
Não foi contigo, não será com o cigarro.
Talvez de um ano a esta parte olhe a lua cheia e me lembre do tonta que fui em achar que não podia deixar de fumar. E que não podia parar de te amar.
O dia é 30 de Agosto e decidi deixar de fumar.
À noite é de lua cheia.
Estou faz perto de uma hora com o último cigarro na mão. À espera do momento certo para me despedir.
As férias acabam. O levante entrou e a noite é quente. Depois de tanto tempo ainda choro por ti. Por mim. Pela ausência de nós.
Sei que o tempo é de mudança e procuro-te uma vez mais na lua cheia. Está vazia de ti.
Quero fumar este último cigarro e acabar com os vícios que me fazem mal. Ele e tu.
As saudades que sinto já sem saber bem de quê são uma droga.
A tua ausência faz de mim uma viciada sem entusiasmo por nada e por ninguém.
Hoje era o dia. Em que te apagava a memória com outro toque, com outro corpo. Com outra respiração.
Mas não me sinto preparada. Não quero que ninguém me roube o beijo que guardei para ti.
Vou fumar este último cigarro, e nesta noite de final das férias de verão vou prometer a mim mesma que não volto a fumar. Nem disto, nem de ti. São vícios que me vão matando, lentamente, enquanto julgo, ingenuamente, ter prazer.
Vou empreender todo o meu esforço para me libertar do vício. Não será de hoje para amanhã.
Não foi contigo, não será com o cigarro.
Talvez de um ano a esta parte olhe a lua cheia e me lembre do tonta que fui em achar que não podia deixar de fumar. E que não podia parar de te amar.
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